domingo, 12 de julho de 2009

Colocando a cultura nos trilhos


As depredações, pichações e o mato que tomam conta das estações ferroviárias de São Gonçalo podem dar lugar a atividades culturais. O vereador Marlos Costa (PT) apresentou, recentemente, na Câmara Municipal de São Gonçalo, um projeto de lei para o tombamento das estações, tornando-as patrimônio histórico da cidade. O objetivo é, futuramente, transformar esses espaços em centros culturais.

"As estações fazem parte de uma época importante da cidade, quando São Gonçalo foi considerada a Manchester Fluminense, devido ao grande número de indústrias que havia por aqui. Não podemos deixar essa história se perder. Preservar as estações é preservar a história de São Gonçalo", ressalta o parlamentar.

Atualmente, as estações da antiga rede ferroviária estão sob a responsabilidade do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). De acordo com o superintendente do órgão, Carlos Fernandes Andrade, com o tombamento, será possível solicitar verba através da Lei Rouanet, para a recuperação das estações. Ele disse ainda, que é possível ceder as estações à Prefeitura para que sejam desenvolvidas atividades culturais.

"A lei que extinguiu a rede ferroviária nos possibilita, através de um pedido à Superintendência de Patrimônio da União (SPU), do Ministério do Planejamento, a seção das estações que tenham importância histórica para as prefeituras que apresentem bons projetos artísticos e culturais", explica Carlos Fernandes.

De acordo com Marlos Costa, recentemente, representantes da Secretaria de Estado de Transporte, da construtora Queiroz Galvão, responsáveis pela implantação da Linha 3 do Metrô, e da Secretaria de Cultura de São Gonçalo visitaram as estações do Porto da Madama, do Centro e de Alcântara. Na ocasião, eles teriam informado que as estações não serão utilizadas no projeto da Linha 3.

Através da assessoria de imprensa, a Secretaria de Estado de Transporte confirmou que o projeto de implantação da Linha 3 não interfere no processo de preservação das estações Porto da Madama e de Alcântara, já que todo o desenho do projeto se baseia em construções elevadas.


Projeto – Conselheiro de Cultura de São Gonçalo, o designer gráfico e professor de educação artística Alexandre Valentim, conta que a ideia de transformar as estações em espaços culturais nasceu em 1997. Contudo, ele nunca teria conseguido apoio concreto até este ano.

"Quando procurei o Iphan, descobri que o primeiro passo para conseguir verba para a recuperação das estações era o tombamento. A partir daí, procurei o Marlos, que é presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara, que abraçou a ideia. Agora vamos esperar a aprovação e sanção do projeto", disse Valentim.

A ideia do conselheiro é aproveitar o pé direito alto das estações para dividi-las em dois andares. No primeiro ocorrerão exposições artísticas e culturais. Já no segundo, os artistas da cidade terão espaço para promover oficinas.

O projeto deve ser votado após a volta do recesso da Câmara de Vereadores e depois irá para sanção da prefeita Aparecida Panisset.




O Fluminense
Edição de domingo, 17/07/09

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Vereador Marlos na Conferência Municipal de Educação.

Na mesa de abertura da conferencia municipal de educação em 06/07/09, o Vereador Marlos Costa defendeu a eleição direta para diretor de escolas e o cumprimento do Plano de Cargos, Carreiras e Salários dos Profissionais da Educação em São Gonçalo. A defesa pelo Vereador da gestão democrática nas escolas, foi ovacionada pelos participantes da conferência, mostrando que é fundamental a mudança de paradigmas na gestão educacional do Município de São Gonçalo. Vídeo do discurso do Vereador Marlos na abertura da conferência:






quarta-feira, 24 de junho de 2009

Vereador Marlos denuncia péssimas condições de funcionamento em Pólo Sanitário em São Gonçalo



Mofo nas paredes e teto, graves problemas estruturais nas salas de vacinação, de armazenamento de vacinas e consultórios de otorrinolaringologia e odontologia, banheiros interditados e diversas outras irregularidades. Estas foram as condições de atendimento levantada pelo vereador gonçalense Marlos Costa (PT) durante uma vistoria ao Pólo Sanitário Hélio Cruz, em Alcântara, em São Gonçalo.

“A unidade está muito precária. Vamos cobrar providências à Secretaria de Saúde. Se for preciso, farei visitas e pronunciamento semanais na Câmara, até que alguma providência seja tomada. Também farei uma emenda à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para reforma e modernização do Hélio Cruz”, se comprometeu Marlos.

Os problemas da unidade podem ser percebidas logo na entrada do Pólo. A tampa da cisterna, ao alcance de qualquer criança está enferrujada. O parquinho funciona em um cercado de areia, que também não apresenta boas condições. Buracos no muro servem de passagem para ratazanas, que habitam o rio que passa nos fundos da unidade.

No primeiro andar, em um mesmo corredor, pacientes da Clínica Médica, Ginecologia, Odontologia, da Nutrição, Planejamento Familiar e dos laboratórios são atendidos no mesmo local que pacientes portadores de tuberculose e hanseníase. O problema é que a área não apresenta a circulação de ar necessário, colocando em risco a saúde de pacientes e funcionários.

“Tivemos denúncias de profissionais que acabaram ficando doentes por conta dessa situação. No meu pouco entendimento, creio que o local adequado para o atendimento dos pacientes tuberculosos e com hanseníase deveria ser nos consultórios do pátio, onde a circulação de ar é maior”, disse o vereador.

De acordo com os funcionários, o consultório odontológico porque as mangueiras da cadeira estão com vazamentos, e caso forem usadas, podem provocar choque elétrico em pacientes e profissionais. Na sala de otorrinolaringologia, no segundo andar, Um plástico preto cobre a janela.

Na sala de vacinação no segundo andar, um balde apara a água que vasa da pia de loca, mas que deveria ser de inox, segundo profissionais de saúde. Também mão há caixa descarpark, para a inutilização de material descartável, como agulhas usadas. Os ventiladores estão sujos, e o ar condicionado estalado precariamente foi comprado através uma vaquinha dos funcionários, depois que o antigo aparelho foi roubado. Um aviso na parede pede para não desligarem a luz da sala de vacina, já que a ligação é improvisada, e se for desligada, não ligará mais.

A segunda sala de vacina está desativada por problemas elétricos. Já a sala de armazenamento de vacinas não tem janela, nem aparelho de ar condicionado. Os isopores utilizados para transportar vacinas são armazenados empilhados sem qualquer cuidado em uma outra sala desativada.

O Pólo Sanitário Hélio Cruz é responsável por coordenar seis postos de saúde e 36 equipes do Programa de Saúde da Família. O administrador acumula a função de diretor da unidade, o que não deveria ocorrer, segundo a estrutura de funcionamento dos pólos. Apesar disso, a unidade teve o telefone cortado por falta de pagamento e não possui nenhum carro para o transporte de vacinas ou monitoramento dos pacientes dos programas de tuberculoso e hanseníase.

O Pólo não tem sequer um aparelho autoclave. Os instrumentos dos dentistas e do otorrino são esterilizados em uma estufa, o que não é recomendado pelos profissionais de saúde, já que não eliminaria vírus como o da hepatite.

A unidade, possui três clínicos gerais, três pediatras, três otorrinos, dois penumologistas e cinco puericultoristas – pediatras especializados no atendimento a recém nascidos e crianças em desenvolvimento. Contudo, cada um desses profissionais trabalha apenas uma vez por semana, em um turno.

“A gente faz o que pode. Às vezes tira dinheiro do próprio bolso para tentar resolver alguns problemas”, disse um funcionária da unidade, que preferiu não se identificar.

Ciep Municipalizado em Ipiíba é mal utilizado pela Prefeitura de São Gonçalo




Falta de professores e subutilização de espaços, este foi cenário encontrado pelo vereador Marlos Costa (PT), presidente da Comissão de Educação da Câmara Municipal de São Gonçalo, no Ciep Municipalizado Tarso de Castro, em Ipiíba, São Gonçalo.

De acordo com o parlamentar, a unidade, que tem capacidade para 1 mil alunos, hoje contam com apenas 320, sendo 120 de Educação Infantil. A unidade também não oferece Educação de Jovens e Adultos (EJA), no turno da noite.

“É uma escola muito grande e que hoje tem pouquíssimos alunos, comparado a sua capacidade. A unidade não está sendo aproveitada como deveria”, lamentou Marlos.

Durante a visita, o presidente da Comissão de Educação da Câmara de São Gonçalo constatou também falta de professores.

“Há carência de quatro professores para a Educação Infantil, e de Ciência, Geografia, História e Inglês para os alunos do Ensino Fundamental. A biblioteca foi desativada devido à infiltrações no telhado. O ponto positivo que encontramos foi a horta escolar, feita por iniciativa da própria escola”, revela o vereador.

Desde o mês de maio Marlos Costa iniciou um roteiro de vistorias às escolas municipais de São Gonçalo. Desde então, ele já vistoriou onze unidades.

“Nosso objetivo é fazer um raio X da rede municipal de educação, elaborar um relatório sobre as condições das escolas e cobrar melhorias da Prefeitura de São Gonçalo”, explica o petista.

Além do Ciep Municipalizado Tarso de Castro, em Ipiíba, foram visitadas as escola municipais Valéria Mattos Fontes, no Boaçú; Luiz Gonzaga, na Estrela do Norte; Marlucy Salles de Almeida, na Trindade; Paulo Freire, no Porto do Rosa; uma unidade de Educação Infantil em Itaóca; e os cieps municipalizados Anita Garibaldi, no Jardim Catarina e Willy Brandt, em Neves.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Brinquedos do parquinho da Escola Municipal Marlucy Salles de Almeida estão enferrujados

Brinquedos do parquinho da Escola Municipal Marlucy Salles de Almeida estão enferrujados A Comissão de Educação da Câmara de Vereadores de São Gonçalo, presidida pelo vereador Marlos Costa (PT), vistoriou no fim da manhã de hoje (03.06) a Escola Municipal Marlucy Salles de Almeida, no bairro da Trindade. Na unidade, que atende 618 alunos da Educação Infantil ao 9º anos do Ensino Fundamental, os principais problemas são a falta de lugar adequado para a recreação infantil e falta d'água. "O parquinho está interditado porque os brinquedos estão quebrados. O local destinado às brincadeiras das crianças é um corredor. Vamos acionar a Secretaria de Educação para saber quando a escola será equipada com os brinquedos do parquinho para as crianças. O piso da escola também é ruim, porque é de cimento grosso", disse Marlos. O vereador destacou também, que a unidade é mais uma escola da rede que seofre com a falta de água. "Pelo que estamos vendo a falta d'água é um problema crônico das escolas de São Gonçalo e isso precisa ser resolvido. As diretoras não podem continuar tendo que tirar dinheiro da verba de manuntenenção escolar para comprar pipas d'água", falou Marlos.